Aprendendo a aprender: Aprender em público (ou ensinando) é o que funciona melhor!

Post baseado no post do SWYX.IO

Muitas das vezes que tentamos aprender uma coisa, não sabemos por onde começar ou como começar, porém, existe uma regra de ouro para aprender algo: faça-o em público.

Não que o aprendizado de forma “individual” não seja possível, porém não foi compartilhado nada nesse período e você não se expôs ao erro.

E a melhor forma de aprender algo é…

ERRANDO

Algumas formas de aprender “publicamente” é:

  • Escrevendo tutoriais, posts, tweets e guias de atalhos
  • Palestrar em meetups, conferências e lives
  • Perguntar e responder perguntas nas comunidades, Stackoverflow, Reddit, Slack, Instagram e outras demais redes
  • Fazer vídeos/lives no YouTube
  • Desenhar quadrinhos

Faça aquele material que você queria encontrar quando você começou a estudar este conteúdo, porém não se metrifique a partir do número de engajamentos (retweets, likes, reposts etc etc etc).

O pessoal acha que seu conteúdo não foi bom? Que estava errado? Que bom, com isso é possível você aprender como pode escrever de uma forma mais interessante para seu público, aprender os erros que você cometeu para evitar cometê-lo no futuro.

Não leve nada para o lado pessoal, essas críticas serão boas para entender o que você não sabia que não sabia.

Um dos primeiros teóricos que analisou essa forma de aprendizado foi Richard Feynman com sua Técnica Feynman, onde ele declara que a melhor forma de se aprender é ensinando a alguém o que você quer aprender.

Com esse conteúdo que você está gerando, em algum momento, querendo ou não, você poderá se tornar uma referência e terá pessoas que querem aprender contigo e pessoas que estejam dispostas a tirar suas dúvidas por saber que você compartilhará conteúdos.

E com isso, espero que você tenha aprendido algo de útil e que coloque em prática seu aprendizado colaborativo!

Abs,

Jimmy

Autor: Vinicius Mesel

Ex-desenvolvedor de sistemas para bancos de investimentos. Trabalhou com mesas de investimentos e áreas de atendimento a grandes riquezas automatizando processos com Python. Também atuou como pesquisador de bioinformática no Instituto Butantan e hoje é CEO da RecrutaDev.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *