De 0 a 3 entrevistas de emprego com o PyJobs na Python Brasil 2019

No mês de outubro rolou a Python Brasil 2019, o maior evento de Python da América Latina e para podermos ajudar a desenvolver os desenvolvedores, fizemos um convite a Jessica (que quer entrar para a área de data science) para vir conosco neste evento!

Aqui está o relato dela! xD

Relato:

Em outubro de 2019, eu tive a oportunidade de ir para a minha 1ª Python Brasil, a convite da equipe do PyJobs e queria contar a minha experiência de estar neste evento para alguém que está começando na carreira de programador.

Meu nome é Jéssica, me formei em 2016 em Marketing pela Universidade de São Paulo e desde então, nunca consegui de fato me encontrar nessa área.
As oportunidades de trabalho na área, e até mesmo o perfil profissional da área nunca me agradou. Para aprender inglês e voltar melhor formada para o Brasil, resolvi fazer um intercâmbio na Irlanda.

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Dev Convidado: De 0 a dev Open Source com Fabricio

Você já pensou em sair da sua área de conforto, seja ela qual for, e se tornar um desenvolvedor?

Acho que não são muitos que dão essa guinada na vida, mas este é o caso do Fabricio, que mora no interior do Rio de Janeiro e até 3 anos atrás não tinha nenhum conhecimento de Python e não trabalhava com programação profissionalmente!

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Dev Convidado: Filósofo e Pythonista @Riverfount

Nós da RecrutaDev, acreditamos que devemos trazer os desenvolvedores para perto da comunidade e ajuda-los a expor suas idéias, para isso, estamos criando esta série de posts com desenvolvedores convidados!

Dessa vez, o River, também conhecido como Riverfount ou Vicente Marçal, professor de filosofia na UNIR (Universidade Federal de Rondônia) e doutor em psicologia social pela USP conta como transformou sua carreira de filósofo para filósofo programador.

É contigo @River! xD

Filósofo e Pythonista: é possível?

Sou um professor e pesquisador apaixonado por tecnologia, programação e, claro, Filosofia. Descobri o Python enquanto buscava soluções para os meus problemas do dia a dia e com ele, entendi que posso ajudar outras pessoas também. Foi assim, desafiando-me a cada dia, que comecei a contribuir com projetos open source e acabei me tornando um aficionado em usar o que aprendo para automatizar as tarefas maçantes do cotidiano.

Já desde cedo tive acesso à tecnologia e sempre fui um curioso. Dentro da área de humanas, por assim dizer, sou um dos poucos usuários de Linux, pois gosto do desafio de aprender. O conhecimento é uma obsessão, não a toa que me tornei um filósofo, um amante da sabedoria.

Sou licenciado em Filsofia, mestre em Filosofia e doutor em Psicologia Social e foi justamente durante o doutora que encontrei-me com o Python. Isso se deu porque eu precisava, dentre outras coisas, fazer um levantamento de todos os trabalhos de mestrado e doutorado sobre a temática de minha Tese.

Elegemos o site Catálogo de Teses e Dissertações da CAPES (http://catalogodeteses.capes.gov.br) como fonte. O site tem uma boa ferramenta de busca, mas não permite que as pesquisas realizadas sejam salvas o que nos força a copiar e colar os resultados num documento. Claro que isso para uma pesquisa que te retorna poucos trabalhos é tranquilo, mas para minha pesquisa a qual eu tinha mais de 900 (novecentos) trabalhos, pois envolvia um período de 10 (dez) anos, era muita coisa para um control+c e control+v!! Como resolver isso?

Depois de um tempo de pesquisa por uma possível solução foi-me indicado pesquisar por Python e Webscraping. Claro, Python como linguagem de programação e Webscraping a técnica que eu precisaria implementar. Normalmente, nesse caso, o pesquisador lançaria mão de contratar alguém que pudesse fazer esse trabalho para ele, mas não foi o meu caso. Minha obsessão por conhecimento e paixão pela tecnologia me levou a estudar a linguagem de programação e a técnica indicada.

Não por menos, mas com ajuda da comunidade Python, essa um ponto fora da curva e que merece uma artigo só sobre ela, consegui em pouco tempo escrever um script em Python que acessa o referido site, faz a busca com os descritores e ainda filtra pelo intervalo de datas que preciso. Salvando a pesquisa em uma base de dados SQLite.

E não parou por aí. Como eu precisava, depois da coleta e análise dos dados, fazer tabelas e cálculos estatísticos, lancei mão do Python para esse processo também, que muito me ajudou para montar as tabelas de quantificação que precisava para submeter ao programa estatística que usei para minha pesquisa. Infelizmente, por falta de tempo com o prazo de finalização da Tese chegando ao fim, não consegui escrever um programa que fizesse os cálculos estatísticos que eu precisava, mas pude escrever um script que fez a quantificação que eu precisava, percorrendo os PDF’s das dissertações e teses que levantei e analise, totalizando primeiro as palavasr-chaves e, depois a partir das palavras-chaves, a qual escolhemos as 10 (dez) que mais apareciam nos trabalhos, verificando como essas palavras apareciam nos Resumos e, também totalizando as referências para saber quais eram as mais mencionadas e tudo isso em Python.

A paixão pela linguagem Python foi tanta que hoje estudo outras técnicas para auxiliar nas minhas pesquisas na área de Filosofia como NLP e outras bibliotecas como Pandas, scikit-learn etc. Além de colaborar com projetos open source diversos em Python para manter minha skill de programador ativa.

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